visitantes

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

E o casamento, como vai?


Quando eu era criança costumava ouvir que filho segurava casamento. E não era raro saber de histórias que fulana de tal ia casar porque estava grávida. O laço entre os dois podia nem ser lá essa coisas, mas o casal não só assumia a relação para criar o filho como também ficava junto por tempo indeterminado (para não dizer para sempre). Havia até aquelas que almejavam a gravidez como forma de antecipar o sonhado casamento. Hoje a realidade é bem diferente (acontece quase que de forma contrária). E para as mulheres que lembram das conversas do passado e insistem em arriscar-se e atrair o marido com uma barriga 'antes da hora', vem a desilusão de uma relação frustrada e, muitas vezes, uma gestação solitária. Para chegar a tal conclusão não me baseio em pesquisas, mas no que costumo ver e ouvir de amigas e conhecidas. Quem não conhece pessoas que  tiveram sua paixão interrompida após a chegada de um filho??? Alguém sabe de alguma história que parecia de conto de fadas e, quando menos se esperou, chegou ao fim??? Com certeza todo mundo conhece vários exemplos, inclusive e principalmente, através da mídia. Lindos casais que tinham tudo para dar certo e até serviam de espelho de amor, que se separaram pouco depois de o bebê nascer. É duro e triste saber o quanto tornou-se fácil desfazer uma família, mas tudo isso só me faz acreditar que os pais muitas vezes não estão prontos para a chegada de um novo membro. Querem os sorrisos, o amor, a alegria que chegará com uma criança, mas não pensam em abdicar da boa vida, dos costumes que tinham antes de tornarem-se pais. E as viagens, as noites, as baladas, as altas horas com os amigos, como ficam?? É importante que os DOIS estejam preparados e entendam que terão que deixar de lado muito do que faziam antes (pelo menos por um tempo). Mas porque antigamente os relacionamentos duravam e hoje não?? Porque as pessoas acreditam que é fácil e desistem na primeira, segunda ou terceira dificuldade? Essas questões eu já não sei responder, mas uma coisa é certa para ontem e hoje: tem que ter maturidade para aceitar que não será um caminho fácil, porém, vale a pena todos os estresses, a mudança de rotina, a ausência das festas e dos programas favoritos. Não, a sua história não é diferente das outras... Seu relacionamento não é o único que esta 'desandando' após a maternidade (é apenas um processo passageiro) e as coisas não vão ficar mais fáceis se a decisão for acabar com tudo. Sendo assim insista, persista e, acima de qualquer coisa, TENHA PACIÊNCIA! Aliás, como diz uma expressão conhecida: "alguém tem que ceder". Que seja você com sua compreensão! Que seja pela família unida!

domingo, 17 de novembro de 2013

#SeViraMamãe



Pedagoga, concursada e atuante na área há 15 anos, Rosiane Rodrigues tinha uma vida profissional estável e totalmente diferente antes de tornar-se mãe. Inquieta e dinâmica, ela gostava da vida agitada e não imaginava que pudesse mudar de ramo. Com o nascimento de Gabriel, há pouco mais de um ano, sentiu que precisava mudar.O instinto materno, aliado à dedicação integral, passou a fazer-lhe pensar de outra forma. E foi então que Rosiane botou sua habilidades (até então adormecidas) em prática. Para ficar ao lado do filho por 24h e, assim, educá-lo e vê-lo crescer, a mamãe de Gabriel começou a substituir as poucas horas vagas para recortar, costurar e transformar a sua casa em uma verdadeira fábrica de artesanato. Era só o bebê dormir que lá estava ela: confeccionando um novo mimo. A primeira experiência foi organizar a festa de aniversário de um ano do pequeno (que será apresentada num post exclusivo #mamãefazafesta), ocasião em que pôde mostrar todo o seu talento. Durante seis meses ela viveu como em um laboratório de arte e criou diversas peças e adereços que garantiram o sucesso do tão esperado evento. Os elogios foram tantos que hoje, apenas três meses após a festa, Rosiane já tem muitos pedidos para confeccionar e outros tantos que já foram entregues e garantiram a satisfação dos clientes. A marca já está sendo criada e em breve será a inauguração do Ateliê da Dona Lia, nome que homenageia a sua mãe, de quem herdou o talento. O sucesso, não temos dúvidas, está garantido!

*Essa é a primeira história contada pelo Blog sobre mamães que mudaram suas vidas sob a influência da maternidade. Se você também mudou a sua vida depois de tornar-se mãe e quer publicar a sua história, entre em contato conosco através do nosso e-mail matrindade9323@hotmail.com ou encontre-nos no instagram @diariodeumamaedeprimeiraviagem

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Feriado, o que fazer???




Quando temos filhos a programação muda completamente. Não há como ir à praia, ao shopping ou mesmo para um restaurante sem imaginar como os pequenos irão ficar por lá. Exposto ao sol, visitando as lojas e sentado numa mesa é que não dá. E hoje, como é feriado, o ideal é pensar em algo que agrade ambos e, claro, que possamos curtir mais os filhotes. Acredito que o primeiro roteiro que nos vem à mente - como vivemos na terra do sol - é praia, piscina ou qualquer destino que remeta à água. Para mim, como CF acorda tarde, não cogito tal propostas. Mas também tem teatro, cinema, shopping, parquinho, praça, fazenda, casa de avós ou amigos e, porque não e com um pouco de criatividade, uma programação em casa mesmo (mas tem que ser algo diferente e que fuja da rotina). Como meu rapazinho adora shopping e lá temos muitas opções num só lugar (parque, livraria, cinema, games) acredito que ficamos com essa escolha. Sem falar que, nessa época do ano, não é difícil distrair as crianças, já que nas capitais tudo está muito mais bonito e pronto para receber o natal. Então, que tal visitar o Papai Noel na sua cidade?  Seja qual for a sua opção, faça com amor e criatividade. Assim, a satisfação é garantida e toda a família irá se divertir. Uma boa e divertida sexta de feriado e, para quem pretende prolongar, bom final de semana!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Hora de explicar o primeiro...


Muitas amigas e conhecidas tiveram que mudar suas vidas completamente depois da maternidade (Estou inclusa nesse grupo). E no meio de tanta mudança vem também a profissional. Por sentir a necessidade de ficar perto dos pequenos por mais tempo, as mamães deixam seus antigos empregos (e/ou profissões) e passam a viver uma nova fase como dona de casa e mãe em tempo integral (o que não é fácil). Porém, uma grande parte decide fazer a diferença e aliar o útil ao agradável, o que significa mudar de ramo profissional e trabalhar em casa. Dessa forma elas podem fazer o que gostam (que descobriram gostar), criar e educar de perto seus filhos e terem uma renda extra. E assim criamos esse quadro #SeViraMamãe... Para mostrar como as mamães estão 'se virando' após a maternidade. A partir de hoje, sempre que a hashtag #SeViraMamãe for publicada, uma nova e inspiradora história será mostrada aqui no blog. Que sirva de incentivo para todas! 

E VEM NOVIDADES POR AÍ...

Uma infinidade de discussões rondam o mundo das mamães... São dúvidas, curiosidades, troca de experiências e dicas, integração e interação, dentre tantos motivos que nos movem para essa relação entre mamães e filhos. A partir do momento em que nos tornamos mães buscamos sempre nos aproximar de pessoas que vivam o mesmo momento. Não somente para aprender, mas para que sejamos compreendidas dentro de um mesmo universo. Com essa visão de integrar - e oferecer o que as mamães procuram saber -estamos criando tópicos, que chamarei de quadros, para o blog (assuntos de interesse comum). Já tenho muitas ideias para começar, mas pretendo ampliar porque sei que existe um turbilhão de temas a serem mostrados e discutidos.

Funcionará assim : diariamente publicaremos textos diretamente ligados àquele assunto proposto (que citarei em seguida). Esses textos terão a participação direta de outras mamães e outros bebês (dessa forma o diário será ampliado para mostrar outras realidades). Aos poucos, com a ajuda de vocês, novos quadros irão surgir.  

Eis os primeiros: 

#SeViraMamãe
#MamãeQueFazAFesta
#MãesQueCriam
#LeituraQueEncanta
#MeuFilhoéPuroEstilo

Essas são as primeiras ideias e já temos muita pauta guardada aqui. Aos poucos e nos próximos posts, contarei a proposta de cada um. Espero que gostem!


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

A hora certa para a 'segunda viagem'


A maioria das amigas que tiveram filhos na mesma época que eu já encomendaram um segundo. Muitos dizem que o ideal é que os irmãos tenham idades aproximadas. Os argumentos são vários: o companheirismo entre eles; maior facilidade na criação devido à experiência adquirida com o primeiro; aproveitamento de móveis, roupas e acessórios (no caso de serem do mesmo sexo); etc, etc, etc. Já ouvi também que a segunda gestação é mais fácil, que a preocupação com o segundo filho é menor, que quem educa um é capaz de educar dois (ou três, ou quatro..rs), entre tantos incentivos que impulsionam a tomar essa difícil decisão.  A questão é a falta de coragem (no meu caso, rsrsrs). Ser mãe é algo maravilhoso e encantador, mas a responsabilidade é gigantesca. E em dose dupla, ou tripla? E quando adoece? Se com um já é difícil, com dois ou mais nem consigo imaginar. Também sou muito exigente como mãe e tenho receio de não ser 100%, de não dar conta mesmo. Em contrapartida, sei que a felicidade seria multiplicada e o amor então... Talvez o fato de morar longe da família também pese um pouco. Vontade não posso negar que tenho sim mas vou esperar  mais para ver se a tal coragem bate à minha porta. E, quando bater, quem sabe daqui a dois ou três anos, eu venho contar para vocês. 

terça-feira, 12 de novembro de 2013

E as mamães???


Tanto tempo escrevendo sobre o filhote e nunca sobre a mamãe... Talvez esse fato, por si só, já traduza como muitas mulheres ficam quando passam a ter filhos: esquecidas! A afirmação pode ser forte, mas a realidade é que a maioria das mulheres passam a dar atenção exclusiva aos pequenos e esquece, não só do marido como também dela mesma. E tudo isso é muito mais profundo e complicado do que se possa imaginar, uma vez que estamos falando da principal causa do insucesso dos casamentos nos dias de hoje. Não sou nenhuma especialista para tal discussão, mas o que aqui escrevo é o que costumo ouvir de pessoas amigas e conhecidas. Claro que no meu caso também não foi fácil. Até porque sou daquelas mães, como acredito que seja perceptível, super dedicadas e, sendo assim, poderia estar inclusa nesse grupo. Em primeiro lugar, claro, sempre veio meu filho e não deixa de ser assim até hoje. Mas acredito que um marido compreensivo e maduro é um ponto super positivo que vem a somar para uma relação estável e duradoura. Cuidar-se e dar atenção ao marido são duas coisas que estão interligadas, tendo em vista que em geral as mulheres se cuidam  para os seus homens. Os primeiros meses da mamãe e do bebê são sempre os mais difíceis ( principalmente para a mãe de primeira viagem). Lembro que demorou um pouco até que voltasse a ser a Marisa que fui antes de ter filho. Rsrsrs Até porque passamos nove meses conhecendo apenas a moda gestante e depois o corpo demora um pouco para voltar ao que era antes. E muitos nem voltam. Nesse ponto tive sorte porque consegui perder os 13 quilos adquiridos durante a gravidez. Cinco meses após dar a luz já estava com os antigos 55kg de antes. O que eu fiz??? Nada!rsrsrs Nesse ponto  nem posso ajudar muito porque não foi esforço para mim. Aliás, dizem que a amamentação ajuda e isso eu fiz muitoooo. Como já citei outras vezes, amamentei por mais de dois anos. E a minha ginástica era em casa, como meu bebê mesmo - a maratona do lar não era fácil ( o que não deixa de ser exercício físico). Para as mamães que, como eu, não são muito vaidosas e não sabem como se cuidar porque o baby ainda é pequenino eu digo: com o passar do tempo tudo melhora! Eles crescem e a gente ganha tempo. Assim, da forma mais natural mesmo. Um pensamento que passava muito na minha cabeça (até uns seis meses como estreia na maternidade) era que havia deixado de ser um pouco 'eu', um pouco mulher (no sentido feminino da palavra). Mas se alguém pensa dessa forma eu já afirmo que é apenas uma fase e logo passa. Muito vaidosa nunca fui, mas hoje eu me arrumo, me cuido e voltei a ser 'eu'... A mãe dedicada, porém, a pessoa que precisa estar bem por dentro e por fora.

sábado, 9 de novembro de 2013

Chegou o Natal na nossa casa


Hoje (09.11), após muita insistência por parte do filhote, montamos a nossa árvore de natal. Diferente dos outros anos, CF ajudou no trabalho e fiscalizou cada mínimo detalhe. E quanto mais os anos passam, mais cresce o encantamento na visão dos pequenos e, como consequência, na nossa visão enquanto pais. Esse será o nosso terceiro natal em família e já percebo que a empolgação aumenta com relação aos que passaram. Aos 2 anos e dez meses, CF já vive a expectativa da chegada dessa época tão marcante. Cada pequeno enfeite presente nas ruas, lojas ou casas é apontado e observado por ele. Nada passa despercebido aos seus curiosos olhos. A relação com o papai Noel também mudou. No primeiro ano de vida ele tirava fotos e sentava no colo sem sequer entender de quem se tratava. Ano passado, seu segundo natal, não permitia qualquer aproximação com o velhinho e, por isso, não temos o registro. Acredito que agora,maior e mais esperto, tudo será bem diferente. Ele não só fala no papai Noel como elogia e conta estórias remetendo-o a um homem bom. Só nos resta o encontro oficial para ter essa certeza... A expectativa é de um Natal cheio de boas surpresas e muita emoção! 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

"EU QUERO BRÓCOLIS MAMÃE"



Como citei no post de ontem, CF está cada dias mais seletivo. Rejeita vários alimentos e não aceita provar outros novos. Porém, tem ainda dois que são a minha salvação por ser preferência dele: o brócolis e o feijão. Além desses tem a vitamina de banana, algumas frutas, etc, etc, etc... Mas esses dois são os que têm me ajudado porque são alimentos ricos em ferro e outros nutrientes. Espero poder contar com essa dupla por muito tempo (de preferência para sempre).

Amamentar?


Por ser um tema muito relevante e o processo mais difícil, para a maioria das mães de primeira viagem, acredito que o assunto merece um destaque especial. Estamos cansados de ver campanhas a respeito da importância do leite materno para o bebê, especificamente até os seis meses de vida. Até o nascimento do meu filho eu não tinha a mínima noção do quanto seria difícil amamentar. Achava que teria leite e, como queria o melhor para o meu bebê, daria o peito com exclusividade até o tempo determinado pelo pediatra. Logo na maternidade a ficha caiu... Primeiro veio a complexidade para ele pegar o bico... As técnicas em aleitamento vinham, falavam muito bonito e ensinavam  a dar de mamar... Mas era só elas saírem que o problema estava de volta. Meu marido e eu ficamos enlouquecidos. Cayo Felipe chorava de fome mas não conseguia sugar o peito. Ao chegar em casa nos deparamos com o obstáculo ainda maior. E aí veio a solução... Ele teria que ir para a mamadeira. Num instante o bebê estava matando a fome com leite nam. Um alívio e ao mesmo tempo um problema ainda maior estava sendo criado. Eu, inocente, não sabia. Em seu terceiro dia de vida CF só tomou mamadeira. Minha mãe, certamente pela experiência e sabedoria, ligava a todo momento muito preocupada pedindo para não fazer isso e insistir no peito. Mas o estresse era muito grande e eu acreditava que não iria conseguir.  Em paralelo os seios só cresciam e estavam cada vez mais endurecidos. Outro problema, nossa! Naquela hora o que passava pela minha cabeça era que a solução seria tomar algo para secar o leite e aderir definitivamente ao leite de vaca. Que absurdo hein??? Mas tenho que admitir que esse pensamento fez parte daquela realidade dura e desesperadora. Quem já passou por isso deve está chegando a seguinte conclusão... O bebê consequentemente não quis mais saber de peito, já que sugava com muito mais facilidade a mamadeira. Engano! Eu chamo de milagre o que aconteceu. Na noite do 3º dia da vida de CF eu resolvi insistir. Todas as posições possíveis eu fiz para tentar encontrar uma que atraísse CF. Nesse momento a presença da minha cunhada, que eu posso chamar de anjo, foi fundamental. Após horas e horas de tentativas e muito suor, ali estava meu filhote...mamando! E, se vcs pensam que o estresse acabou aí estão enganados..rsrsrs Sofri do que os obstetras chamam de fissuras no seio. Acho que foi pior que isso, pois o bico ficou em carne viva. Até mais ou menos um mês eu chorava de dor cada vez que CF mamava. Pomadas, conchas, protetores em gel, secador de cabelo, etc, etc, etc... Foram várias as tentativas para amenizar o sofrimento. E, quando já estava quase desistindo, consegui fazê-lo mamar com o protetor de mamilo (ufaaaa). Aos poucos as coisas foram melhorando e a boa notícia vem agora (enfim uma boa notícia):  Cayo Felipe mama muito e só mama. Como é prazeroso amamentar!!!! Como é maravilhoso satisfazer um filho!!!! Não imaginava que estaria hoje aqui contando essa história e afirmando com tanta satisfação que, graças a Deus, e aos anjos que ele colocou no meu caminho para me darem forças, consegui vencer essa batalha tão difícil. Há um ditado que diz: ‘quanto mais difícil a situação e maior o obstáculo, mais compensadora a vitória’.
Para as mamães que estão passando por situação parecida ou que um dia irão passar eu digo: SEJAM PACIENTES E PERSISTENTES POIS VALE MUITO A PENA!


  • Texto escrito em 23/03/2011, quando meu bebê tinha apenas dois meses. 

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

ALIMENTAÇÃO E SUAS FASES


Até os dois anos CF comia de tudo um pouco. Claro que sempre teve as suas preferências, mas não rejeitava nenhum alimento. Era fácil fazê-lo comer todos os legumes, carnes, frutas, etc... De repente ele se tornou mais seletivo. Aos poucos foi dizendo não a essa ou aquela comida. E teve dias que não quis nada do que tinha para o almoço (isso em dias normais, sem fastio). Tive que aprender a fazer o que ele gostava. E confesso que passei a ficar receosa em mudar o cardápio porque percebi que ele sempre gosta de comer as mesmas coisas. E se o tempero for diferente a refeição é facilmente descartada. Não tem curiosidade em provar algo novo. Dessa forma, a única alternativa é fazer como ele quer enquanto der. Por essas e outras acredito que esse é mais um fator da personalidade, que varia de criança para criança (apesar de ter uma contribuição do incentivo de como se faz em casa). Espero que seja apenas uma fase e que tudo venha a melhorar para diversificar sua alimentação.

E O APEGO?



Toda mãe tem uma ligação única com seu filho, isso é inegável.  O fato de ficar grávida, carregar nove meses na barriga, amamentar, dedicar-se de forma diferenciada e, muitas vezes, exclusiva, etc, etc, etc... Esses e muitos outros motivos levam a crer que esse filho deve ter um apego especial pela mãe. Do ponto de vista maternal (no caso o meu ponto de vista) é assim mesmo que pensamos. Porém, o que faz uma criança ser mais ou menos apegada eu não sei. Talvez isso tenha um pouco de influência da própria personalidade. Digo porque CF, aos 2 anos e dez meses, não tem aquele apego de quem passou 99% da vida somente com a mãe e o pai. Até os dois anos ele ficou somente conosco (com exceção de algumas visitas aos avós que moram em outra cidade). Porém, a ligação dele com o restante da família, mesmo distante, é impressionante. Muito carinhoso, ele fica super bem e talvez até melhor quando está diante dos tios e avós. Nesse tempo ele nunca dormiu sem mim, mas acredito que, quando acontecer, não será uma tarefa difícil. Para mim isso é um fator muito positivo por saber que é melhor para ele ser menos dependente. Sem falar que o amor vem multiplicado! Mas confesso, com o carisma do meu pequenino, é impossível não se apaixonar!rsrsrs

O RETORNO


Após seis meses sem postar, decido voltar. Primeiro pela importância de aqui relatar a minha experiência e deixar um registro desses acontecimentos únicos; segundo pelo amor à escrita, que muitos sabem que é o que mais gosto de fazer (além de ser mãe, rs); e, por último, para resgatar esse hábito de aliar essas duas coisas que me fazem tão bem, tão eu mesma. Sei também que muitas das minhas experiências, ainda que imaturas e imperfeitas, ajudaram e ajudam muitas mamães de primeira viagem que, assim como eu, buscam fazer o melhor para os filhos. Já ouvi de muitas amigas e pessoas conhecidas que meus textos lhes foram úteis ou simplesmente serviram de inspiração. Isso me faz continuar e querer fazer melhor! Então, pra vocês, amigas, colegas, pessoas conhecidas ou não, eu anuncio: ESTOU DE VOLTA! Assunto é o que não falta e, aliás, é o que tenho de sobra!

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Escola x Viroses

Farra na hora do lanche
Como tudo na vida, a escola também tem seus dois lados: o muito bom e o muito ruim. Tomada a decisão de matricular CF já sabíamos que, misturados aos aprendizados, evoluções e socialização, estariam eles: os diversos vírus aos quais nosso pequeno estaria exposto. Mas é sempre bem pior do que podemos imaginar. Já havia participado de várias experiências com meus sobrinhos e filhos de amigos, mas posso certificar que é diferente... mais intenso! Parece que nunca estamos realmente preparados para tanta fragilidade. São três meses de aula e várias viroses vivenciadas. E quando penso que ganho experiência para uma próxima, vem a comprovação do engano. Cada nova gripe ou resfriado é uma novidade desagradável.  Febre alta que não baixa, crise de garganta, diarreia, tosse, muita secreção, conjuntivite e o aliado incansável de todos esses malefícios: o FASTIO (essa  ainda consegue ser a pior parte da história)! Por um momento vem a vontade de renunciar e desistir. Logo em seguida o pensamento é substituído pela força de enfrentar os obstáculos que, como todos dizem e aconselham, serão os mesmos encontrados daqui há alguns anos (caso a ideia seja adiada). Os otimistas estão sempre por perto para não nos deixar fraquejar. Dentre os argumentos está o de que os pequenos precisam fortalecer a imunidade e passar por essa difícil e inevitável fase. E com o coração apertado, e a espera da tão falada imunidade, vamos em frente. Em busca de driblar esses aterrorizantes vilões que nos roubam dias alegres e noites tranquilas.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Amamentação: o momento de parar!

Não poderia deixar de falar sobre esse assunto e aqui registrar o peso e a importância que a amamentação teve, e ainda tem, na minha maternidade. Hoje, após mais de 26 meses vivendo essa mágica experiência, CF (natural e espontaneamente) perde o interesse pelo peito. Esse poderia ser um motivo de vibração, de vitória, já que foi uma decisão dele e não precisei de nenhum esforço para tal conquista (como a maioria das mães tem que fazer). Mas confesso que, mesmo sabendo que poderia ser mais doloroso, é muito difícil encerrar esse ciclo. Na amamentação eu vivi diferentes sensações e experiências, desde a mais difícil à mais prazerosa. Para amamentar meu filho, ainda pequenino, tive que ultrapassar as dores e as dificuldades (tive fissuras que persistiram por mais de um mês) para só então descobrir o quanto era maravilhoso e satisfatório alimentar meu bebê com o leite materno. E por meses ficamos só eu e ele a nos preencher. Quando ele não se locomovia, nem falava, nem comia qualquer coisa, somente existia a mãe e, para mim, só existia ele. Vivi esse período de forma intensa e dedicada e conheci o mais profundo do amor. Como era bom abraçá-lo e admirá-lo enquanto ele mamava. Como ele ficava calmo.... Como ficava feliz! Assim ele foi crescendo, crescendo... E muitos se admiravam por, aos dois anos, ainda mamar. Cada um com uma opinião distinta (a favor ou contra), mas nada interferia na minha vontade, que sempre foi amamentar enquanto pudesse e ele quisesse.  Até que ele, aos dois anos e dois meses (quase três), descobriu que achava estranho ficar no peito (Rsrsr, sim, começou a achar esquisito). CF passou a dizer não ao que ele mais gostava e nunca negava. E, somente agora, passei a perceber que ele não é mais um bebê (enquanto mamava sentia sempre pequenino, mesmo quando os outros se surpreendiam pelo seu tamanho em meus braços). Difícil descrever aqui a falta que me faz. Talvez a maioria não entenda - já que quase todas as minhas amigas não concordavam. Mas fica aqui registrado que durante esses dois anos eu vivi momentos de prazer, satisfação e amor (tudo junto) e, se pudesse, viveria novamente - e mais! Apesar de todos os obstáculos que tive que ultrapassar no início, afirmo que, diferente do que muita gente imagina, a amamentação nunca me atrapalhou em nada. Já ouvi muitas pessoas dizerem que interfere no sono (porque os pequenos querem dormir mamando), na alimentação (muitos substituem a comida pelo peito), entre outros quesitos, mas conosco não houve nada disso. CF nunca deixou de comer e à noite o peito era 'proibido' ( há muito tempo ele não mamava à noite). Por essas e outras só tenho grandes e boas lembranças dos maiores e melhores momentos da minha vida! Quando vivi a maternidade da maneira mais intensa! Mas chegou a hora de parar. E assim se encerra mais uma etapa...para mim a mais marcante de todas!

quinta-feira, 21 de março de 2013

A primeira greve de fome

Aos dois anos e dois meses, Cayo Felipe sempre teve uma boa alimentação e, mesmo  com uma ajudinha aqui ou uma dificuldade ali, fazia todas as refeições de maneira satisfatória. Havia até mesmo quem se admirasse com o tamanho do seu prato no almoço. Porém, nessa última semana descobri que, além de ser uma fase inevitável, é possível sobreviver sem comer. Acometido por uma virose (a pior de todas até então) CF fechou a boca e não teve agrado que o fizesse mudar de  ideia. Como é de se esperar de uma mãe de primeira viagem (ainda mais sendo alguém com os nervos aflorados como eu, rsrs) fiquei em desespero sem saber como agir numa situação nova como essa. Chorava, inventava pratos novos, tentava agradar... Tudo em vão! E um dia após o outro a comida ia para o lixo. Nem comia ele, nem eu ( quando estou ansiosa não consigo comer). E assim a greve de fome persistiu por quase uma semana (achava que nunca mais ele fosse voltar a se interessar por comida, rsrsrs). Passada essa dolorosa experiência (agora mais magrinho,rsrs)posso dizer que teve um lado positivo: aprendi a relaxar mais e a me preocupar menos quando o assunto é alimentação. Na verdade tudo tem o seu tempo e de nada adianta tanta regra. Paciência, mais uma vez, é a palavra chave! E tudo passa!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Escola aos dois anos?


Queremos o melhor para nossos filhos, isso é fato. No entanto, várias dúvidas nos acompanham a cada nova etapa. Será que nossas escolhas são as mais corretas? Muitas vezes nos deparamos com essas perguntas. O momento de iniciar os estudos é uma delas. Há alguns meses sinto vontade de colocar CF na escola... Como ele vive somente comigo a maioria do seu tempo acredito na necessidade de inseri-lo em sociedade para incentivar o convívio com outras crianças. Em paralelo bate a insegurança de deixá-lo num ambiente 'diferente' e tão maior do que o que ele vive. Tão pequenino, tão indefeso... Mas será que essa proteção toda faz bem? Na indecisão do fazer ou não fazer matriculamos CF na escola, no período da tarde, acreditando ter escolhido a melhor opção. E veio o primeiro dia de aula... Quantas descobertas... Uma delas é que sou mais dependente dele do que ele de mim (rsrsrs). Enquanto alguns coleguinhas choravam e chamavam pela mãe que os observavam de longe, meu filho por algumas horas sequer me procurou. De maneira tímida ele brincou, explorou os novos lugares, se divertiu... Hoje é o oitavo dia dele na escola e já percebo outra criança: Mais organizada, mais calma (sempre o achei muito ativo), menos tímida, mais sociável (rsrsrs). Descobri nele um menininho educado, obediente, disciplinado... Um ótimo aluno(rsrsr)!!! E que orgulho! Agora cabe a mim largar o plantão e criar coragem de entrega-lo à professora e somente pegar no final do expediente! rsrsrs

A melhor fase...



Nós, mães, sempre achamos que amamos além do amor. E que esse amor é tão grande que não pode existir maior. Porém, quem passa por essa experiência sabe que esse sentimento profundo só nos surpreende... Cada dia esse amor aumenta...Já falei outras vezes que estaria vivendo a melhor fase entre mãe e filho. Mas hoje retifico: Aos dois anos e um mês, acredito acompanhar a melhor de todas as fases. Agora mais independente, CF me ensina coisas que nunca imaginei aprender. E como é carinhoso...(Nossa, que amor é esse?) Já sabe o que quer e explica isso quando é induzido ao contrário. Obedece e compreende  o que é certo e errado, mas é difícil convencê-lo do oposto quando ele não gosta de algo. Inteligente, amoroso, curioso, esperto, organizado, obediente... Impossível não se apaixonar! Palavras de uma mãe babona! rsrsrsrsrs

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Uma nova etapa - 2 anos


Após quase 5 meses sem escrever, retorno para relatar muitos acontecimentos desse período. 5 meses que, apesar de parecerem 5 dias pela rapidez do tempo, assemelham-se a 5 anos se forem consideradas as mudanças e evoluções na vida do meu filhote. Férias, festinha de comemoração, parque de diversões, escolinha... Muitos e muitos assuntos para atualizar. Vamos por partes...

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Bateu, levou!


Sempre observo  a maneira de agir do meu filhote perante os outros bebês. O jeito de interagir, de brincar, de fazer amizade... A forma de adaptação da vida em sociedade. Não sei se é pelo fato dele não ter frequentado ainda a escola, mas o considero muito bobinho. Já vi muitos menininhos se aproveitando da sua boa vontade... CF não é egoísta e entrega seus brinquedinhos com facilidade para qualquer um (talvez como forma de conquistar o próximo). O que costumo ver é os outros tomarem objetos das suas mãos e ele não reagir. A maioria das crianças tem ciúmes dos brinquedos. Ele não. Vejo os meninos tomarem o dele e quando meu pitoco se aproxima para brincar com o do amiguinho ele não deixa. Nossa, juro que dá vontade de interferir. Claro que é coisa de criança, mas como mudar essa postura??? Não  quero que ele seja egoísta e muito menos brigão, mas acredito que nenhuma mãe gosta de ver o filho sofrer nas mãos dos outros. O que espero é que ele aprenda a se defender.... A emprestar o que é seu para quem merece e revidar quando for provocado. Isso ele deve aprender quando estiver na escolinha e for conviver diariamente com outros menininhos. Assim espero!